A árvore
Vrksasana
Um pé fica inteiro no chão. O outro sobe e encosta na perna de dentro, nunca no joelho. Os braços sobem devagar como galho. A árvore balança, e balançar faz parte.
pede equilíbrioO tio Rodrigo conduz a aula e o Nelson Mandala mostra como se faz. Quem chega sem saber nada aprende fazendo.
Não precisa saber nada antes. O nome das posturas a criança aprende fazendo, e quase todas têm nome de bicho ou de coisa que ela já conhece: o gato que arqueia as costas, o cachorro que olha o mundo de cabeça para baixo, a árvore que balança e continua em pé.

Roupa larga, pé no chão, um tapete. A aula começa quando todo mundo já está sentado.

Uma postura de cada vez, com nome, com som e com tempo de errar. Ninguém corrige na frente dos outros.

Deita, fecha o olho e escuta. Esse é o pedaço que a criança mais reclama no começo e mais pede no fim.
Dá para fazer as três na sala, descalço, sem tapete e sem professor por perto. O adulto pode fazer junto, e é melhor quando faz.
Vrksasana
Um pé fica inteiro no chão. O outro sobe e encosta na perna de dentro, nunca no joelho. Os braços sobem devagar como galho. A árvore balança, e balançar faz parte.
pede equilíbrioUtthita Trikonasana
Pernas abertas, um braço sobe para o teto e o outro desce na direção do pé. O corpo abre de lado, como uma porta. Vale olhar para cima, e vale olhar para o chão se der tontura.
pede aberturaSukhasana
Pernas cruzadas, mãos no joelho, coluna comprida como se um fio puxasse a cabeça para cima. É daqui que a respiração começa, e é a mais difícil das três.
pede paciência
Quando o Nelson Mandala abre as pétalas, puxa o ar pelo nariz. Quando ele fecha, solta pela boca. Fica o tempo que quiser, e para na hora que quiser.
Sem som, sem contagem e sem nada para completar. Se a criança sair no meio, o Nelson Mandala continua respirando sozinho até ela voltar.
As brincadeiras daqui são curtas e não guardam nada. Ninguém perde nada por sair no meio e ninguém ganha nada por voltar todo dia, porque o que a criança leva da aula é o que ela sentiu no corpo.
Dois jogos por enquanto, os dois abrindo aqui mesmo, na própria página. Um é de colher fruto da badari com um cesto. O outro é de equilíbrio, com a menina numa postura em cima da capivara enquanto o vento sopra.

Aparar no cesto o que cai da árvore. Uma rodada dura um minuto e recomeça em um clique.

A menina faz a postura da árvore em cima da Capi, e o vento não ajuda. O mouse leva a capivara para debaixo dela.
Espaço reservado. Cada game novo entra como uma linha no registro do script e um cartão aqui, com capa, botão e o mesmo palco.
Vire o celularO jogo já entrou deitado. Vire o aparelho para jogar de frente.
O botão do cartão expande o palco logo abaixo e monta o jogo ali, na mesma página, sem iframe e sem trocar de endereço. O clique é o que libera o áudio, então a música entra junto com o palco.
No celular o palco toma a tela inteira e o jogo entra deitado, sem ninguém precisar virar o aparelho. Quem virar vê o mesmo jogo de frente. Sair da seção rolando a página pausa a rodada e cala a música, e fechar devolve a página no ponto em que estava.
ATENÇÃO: Nossa Capi é uma profissional treinada. Se você for uma capivara, não deixe crianças subirem em cima de você, pode ser perigoso!
Quanto tempo dura uma aula.
A faixa de idade de cada turma.
Roupa que deixa dobrar o corpo e uma garrafa de água. O tapete a escola tem.
O adulto pode assistir, e nas primeiras aulas costuma ajudar que fique.
A aula ensina postura, respiração e a estrutura da prática, que é o repertório de sempre do yoga. Nenhum resultado clínico é prometido aqui, e vale desconfiar de quem promete.